Após uma guerra com sua ex-companheira, Clarisse decidiu pegar seu barco e seguir para uma outra ilha distante de tudo, decidida a caminhar sem olhar para trás, petrificou tudo que poderia sentir de bom ou de ruim.
Aconteceram vários embates na decisão de quem era mais forte quem sofria mais, quem errou mais, quem amou mais, quem cedeu mais... O fim da guerra foi triste, muitas flechadas lançadas que jamais voltarão o que ocasionou em magoas.
Em seu barco, Clarisse seguia para sua ilha, onde teria a deixado quando tinha 12 anos, o caminho é longo, e ela ainda encontra as dificuldades de lembrar do caminho.
Seguindo pelos mares, descrente em tudo relacionado a sentimentos, ainda ferida (Nas noites frias e chuvosas a ferida tende a doer mais) em uma parada por uma ilha, ela se deparou com uma mulher de costas molhando os pés no mar, cabelos vermelhos, cabeça baixa, parecia um pouco triste... Clarisse ficou curiosa em saber que mulher era aquela. Ancorou-se o barco, e foi caminhando em direção a mulher.
A mulher se virou imediatamente ao perceber a aproximação e foi longo cumprimentando com um sorriso triste,Clarisse que há tanto tempo não sorria, abriu um sorriso e devolveu o cumprimento, ficaram estáticas, como se nunca tivessem se visto.
A tal mulher de costas, Clarisse já a conhecia, era a melhor amiga de sua irmã, elas já tinha se visto uma vez , quando Clarisse estava com sua ex-companheira em comemoração ao aniversário da sua irmã, em uma aldeia próxima.
Após os cumprimentos, começaram a conversar, conversas complexas, que pareciam sem sentido algum, ficaram horas ali, até que a tal mulher disse que precisava ir, pois tinha que chegar ao castelo antes que sua esposa.
Clarisse disse que estava indo para sua ilha, estava navegando há dias, mas queria vê-la novamente.
A mulher disse com empolgação para ela ficar na ilha, explicou que morava em um castelo próximo, junto com sua companheira, ela era brava, e jamais admitiria outra mulher dentro do castelo, então disse para montar uma tenda perto da floresta e ficar por aqui até as tempestades passarem, Clarisse já hipnotizada pela mulher, aceitou a proposta, montaram a tenda juntas até tarde da noite, após a construção deitaram na areia da praia, ficaram olhando as estrelas e falando da lua, Clarisse confessava que já tinha a percebido desde muito tempo, mas sua irmã nunca permitiu maiores aproximações, e ela também tinha medo, pois nunca saberia conduzir uma conversa até ela.
A mulher ria com vergonha, Clarisse ria porque se emocionava da forma que a mulher ficava com vergonha, achava aquilo meigo, e seu olhar tinha uma sinceridade e uma doçura sem igual.
Ficaram horas e horas conversando, até que Clarisse se aproximou dos longos cabelos vermelhos da mulher e começou a acariciá-los. A mulher fechou os olhos e dormiu com um sorriso e esqueceu de tudo que a afligia e também que sua esposa a esperava no castelo. Clarisse observava a mulher dormir e se apaixonava... Até que pegou no sono.
A mulher acordou mais cedo e ficou vendo o nascer do sol em cima de uma pedra, Clarisse perguntou o porquê da tristeza dela, ela não tinha perguntando antes por medo, vergonha de ser indiscreta.
A mulher disse que estava confusa com muitas coisas... E então foi embora, dizendo que precisava encontrar com sua esposa no castelo. Clarisse ficou na tenda pensando na tal mulher, até que chegou um pombo-correio lhe trazendo um recado.
O tal recado era da mulher que dizia que tinha adorando ter a encontrado e adorado a conversa e que pensava nela, mesmo não podendo.
Clarisse respondeu diretamente sem rodeios, que se apaixonou por ela...
Aconteceram vários embates na decisão de quem era mais forte quem sofria mais, quem errou mais, quem amou mais, quem cedeu mais... O fim da guerra foi triste, muitas flechadas lançadas que jamais voltarão o que ocasionou em magoas.
Em seu barco, Clarisse seguia para sua ilha, onde teria a deixado quando tinha 12 anos, o caminho é longo, e ela ainda encontra as dificuldades de lembrar do caminho.
Seguindo pelos mares, descrente em tudo relacionado a sentimentos, ainda ferida (Nas noites frias e chuvosas a ferida tende a doer mais) em uma parada por uma ilha, ela se deparou com uma mulher de costas molhando os pés no mar, cabelos vermelhos, cabeça baixa, parecia um pouco triste... Clarisse ficou curiosa em saber que mulher era aquela. Ancorou-se o barco, e foi caminhando em direção a mulher.
A mulher se virou imediatamente ao perceber a aproximação e foi longo cumprimentando com um sorriso triste,Clarisse que há tanto tempo não sorria, abriu um sorriso e devolveu o cumprimento, ficaram estáticas, como se nunca tivessem se visto.
A tal mulher de costas, Clarisse já a conhecia, era a melhor amiga de sua irmã, elas já tinha se visto uma vez , quando Clarisse estava com sua ex-companheira em comemoração ao aniversário da sua irmã, em uma aldeia próxima.
Após os cumprimentos, começaram a conversar, conversas complexas, que pareciam sem sentido algum, ficaram horas ali, até que a tal mulher disse que precisava ir, pois tinha que chegar ao castelo antes que sua esposa.
Clarisse disse que estava indo para sua ilha, estava navegando há dias, mas queria vê-la novamente.
A mulher disse com empolgação para ela ficar na ilha, explicou que morava em um castelo próximo, junto com sua companheira, ela era brava, e jamais admitiria outra mulher dentro do castelo, então disse para montar uma tenda perto da floresta e ficar por aqui até as tempestades passarem, Clarisse já hipnotizada pela mulher, aceitou a proposta, montaram a tenda juntas até tarde da noite, após a construção deitaram na areia da praia, ficaram olhando as estrelas e falando da lua, Clarisse confessava que já tinha a percebido desde muito tempo, mas sua irmã nunca permitiu maiores aproximações, e ela também tinha medo, pois nunca saberia conduzir uma conversa até ela.
A mulher ria com vergonha, Clarisse ria porque se emocionava da forma que a mulher ficava com vergonha, achava aquilo meigo, e seu olhar tinha uma sinceridade e uma doçura sem igual.
Ficaram horas e horas conversando, até que Clarisse se aproximou dos longos cabelos vermelhos da mulher e começou a acariciá-los. A mulher fechou os olhos e dormiu com um sorriso e esqueceu de tudo que a afligia e também que sua esposa a esperava no castelo. Clarisse observava a mulher dormir e se apaixonava... Até que pegou no sono.
A mulher acordou mais cedo e ficou vendo o nascer do sol em cima de uma pedra, Clarisse perguntou o porquê da tristeza dela, ela não tinha perguntando antes por medo, vergonha de ser indiscreta.
A mulher disse que estava confusa com muitas coisas... E então foi embora, dizendo que precisava encontrar com sua esposa no castelo. Clarisse ficou na tenda pensando na tal mulher, até que chegou um pombo-correio lhe trazendo um recado.
O tal recado era da mulher que dizia que tinha adorando ter a encontrado e adorado a conversa e que pensava nela, mesmo não podendo.
Clarisse respondeu diretamente sem rodeios, que se apaixonou por ela...
Um belo dia quando Clarisse estava arrumando suas coisas para ir embora, se depara com a esposa da mulher, estava enfurecida, com uma espada em punho, dizendo que não sairia dali até reencontrar sua mulher, a princesa do seu castelo. Clarisse disse que a mulher não estava na sua tenda, a esposa não acreditando invadiu tudo com seus guardas, amarrou Clarisse na arvore e disse que se não encontrasse sua mulher, a mataria!
Clarisse pensando em tudo percebeu que a mulher contou da sua paixão para sua esposa, decidiu desistir da mulher, e pensou onde a estaria e o porquê ela sumiu... Conseguiu sair da árvore onde estava presa e correu para onde ela achou que a mulher estaria, subiu na pedra mais alta e lá estava ela, com os cabelos ruivos ao vento, Clarisse a gritou, ela se virou para trás, e perguntou como a achou, Clarisse só disse que se ela quisesse pular da pedra mais alta, ela pularia com ela e estendeu a mão.
Nesse momento sua esposa chegou com os guardas e logo gritou a mulher para ela voltar para o castelo.
Clarisse vendo aquela situação perguntou para a mulher o que ela decidiria, pular da pedra e seguir viagem com ela ou voltar para seu castelo com sua esposa...
A mulher não querendo decidir, olhou para Clarisse, ficou vermelha como seu cabelo, não disse nada, apenas se virou e caminhou em direção a sua esposa.
Clarisse sem olhar para trás pulou da pedra,antes deixou uma mensagem para a mulher dos cabelos vermellhos, mas essa mensagem só poderá ser lida quando ela estiver livre.
Clarisse pensando em tudo percebeu que a mulher contou da sua paixão para sua esposa, decidiu desistir da mulher, e pensou onde a estaria e o porquê ela sumiu... Conseguiu sair da árvore onde estava presa e correu para onde ela achou que a mulher estaria, subiu na pedra mais alta e lá estava ela, com os cabelos ruivos ao vento, Clarisse a gritou, ela se virou para trás, e perguntou como a achou, Clarisse só disse que se ela quisesse pular da pedra mais alta, ela pularia com ela e estendeu a mão.
Nesse momento sua esposa chegou com os guardas e logo gritou a mulher para ela voltar para o castelo.
Clarisse vendo aquela situação perguntou para a mulher o que ela decidiria, pular da pedra e seguir viagem com ela ou voltar para seu castelo com sua esposa...
A mulher não querendo decidir, olhou para Clarisse, ficou vermelha como seu cabelo, não disse nada, apenas se virou e caminhou em direção a sua esposa.
Clarisse sem olhar para trás pulou da pedra,antes deixou uma mensagem para a mulher dos cabelos vermellhos, mas essa mensagem só poderá ser lida quando ela estiver livre.
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Agradeço a minha irmã Nina (http://ninaesuasletras.blogspot.com/) que me incentivou a escrever o que estava sentido através de um conto.
Inspirado em: Ana e o Mar (O Teatro Mágico)
A Pedra mais alta (O Teatro Mágico)
Tal do amor ( Jay Vaquer)
Abismo ( Jay Vaquer)
Shimbalaiê ( Maria Gadú)
Encontro ( Maria Gadú)
Analisando ( Grupo Elas)
Caio Fernando Abreu
Clarisse: Nome fictício inspirando em uma canção da Legião Urbana (Clarisse)
Conto criado por devaneios, entre metáforas e realidade.
Dedico a tal Mulher dos cabelos vermelhos que tanto é especial para mim.
Tu sabes que é para você.
Ass: A Menina da bolha( T. M)
3 comentários:
Parabéns, ficou ótimo!
Continue escrevendo, está mto bem.
Que vc alcance todos os seus objetivos.
bjuH
Você teve como inspiração nomes de peso da música brasileira e escreveu com o coração. Não teria como ficar ruim né?!
Parabéns Teh! Continue escrevendo, ótimo trabalho garota!
Beijos poéticos,
Janaína de Souza.
que lindooo... ^^
muito bom gosto misturar
tanta coisa boa.
um bjo.
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